Publicado Dossiê sobre a Teoria Marxista da Dependência na Revista CRH, disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=0103-497920180003&lng=pt&nrm=iso
Publicado Dossiê sobre a Teoria Marxista da Dependência na Revista CRH, disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=0103-497920180003&lng=pt&nrm=iso
Foi Publicado o último número de 2018 da Revista de Estudos e Pesquisas sobre as Américas. Convidamos a leitura e divulgação da Revista, como também seguimos abertos à recepção de artigos na forma de fluxo contínuo ou nos Dossiês Temáticos.
A revista pode ser acessada no link:
http://periodicos.unb.br/index.php/repam/issue/view/1518
Nesse número, há a tradução de um artigo clássico de Ruy Mauro Marini, intitulado O Estado de contra-insurgência, extremamente atual para a conjuntura brasileira.
Publicado originalmente em: https://blogdaboitempo.com.br/2017/07/13/a-teoria-da-dependencia-20-anos-depois-de-ruy-mauro-marini/
Por que liberais e fascistas se uniram para impor barreiras à atividade intelectual de Ruy Mauro Marini e à divulgação de sua obra? Que consensos o autor desafiou? Passados 20 anos de sua morte, como avaliar o legado da sua obra?
Este mês completa-se 20 anos da morte de Ruy Mauro Marini, um dos principais expoentes do pensamento crítico e do marxismo latino-americano. Ele foi um dos mais destacados formuladores da teoria marxista da dependência e dedicou sua vida à luta teórica e prática contra o desenvolvimento da economia mundial capitalista e as principais formas em que se manifestava – as estruturas excludentes do capitalismo periférico e o imperialismo –, vendo no socialismo a principal forma de enfrentá-los e superá-los.
Dirigente da POLOP e do MIR chileno, sofreu diversos exílios e ostracismos.
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Publicado el 22/03/2017 por Jaime Osorio
I Frente a la dificultad de ofrecer una respuesta sobre las particularidades del capitalismo en América Latina, el camino asumido por corrientes diversas en el seno del marxismo es considerarlo un capitalismo “joven”, o “atrasado”, teniendo como modelo el capitalismo industrial y desarrollado, con lo que acelerando su “madurez” se considera contar con una solución al atraso. De esta forma se elude explicar los procesos que lo atraviesan y de manera reactiva se cuestiona aquello que se aleje del modelo asumido. Aquí discutiremos estas posiciones, y otros equívocos recurrentes, para destacar que el capitalismo dependiente latinoamericano es una forma original de capitalismo, plenamente madura, y que la dinámica de reproducción que genera no sólo no lo acerca, sino que lo aleja de las rutas seguidas por el capitalismo desarrollado.
II
Para diversas corrientes marxistas, el sistema mundial capitalista debe ser concebido como el espacio en donde operan economías con diversos niveles de desarrollo científico y tecnológico, con diversas composiciones orgánicas de capital y diferentes niveles de productividad1. Esto explicaría que unas economías sean desarrolladas y que otras permanezcan en el subdesarrollo. Pero esto no deja de ser una constatación de lo inmediato, de lo perceptible. Así es como el capitalismo se manifiesta. (mais…)